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Meu Caderno Multi-ideias


 
 

Um sonho realizado e uma família feliz

 


 

Toda mulher, senão, a grande maioria, sonha em um dia ser mãe. Faz planos, idealiza como será a vida com o filho , enfim, se prepara para o grande momento: o nascimento  do bebê.  E a minha vez chegou.

Na adolescência, sempre dizia que não teria filhos; que não saberia se me casaria. Mas estava certa de que iria seguir uma carreira brilhante na profissão desejada.

O tempo se passou e com ele, meus valores e pensamentos mudaram. Cresci, amadureci e toda a idealização de uma carreira de sucesso e a da autossuficiência  deram lugar ao sonho de me casar e de constituir uma família. O trabalho? Continua ocupando espaço em meu coração, pois amo minha profissão e não pretendo abandoná-la. - O jornalismo é algo fascinante, onde podemos escrever a história e contribuir de alguma forma para o bem da sociedade. - Mas agora, não é uma  prioridade. A família é o meu bem maior e nela vou investir não só tempo como muito amor.

O começo de tudo

Fazia faculdade de jornalismo quando conheci  uma pessoa especial. Namoramos por quatro anos e depois,  nos casamos. Muito amor, muitos planos, e...pouco antes do terceiro aniversário de casamento, um lindo presente de Deus: um bebê muito desejado e amado,que virá para alegrar a família e nos fazer ainda mais felizes.

O hoje é um novo começo. Tempo de comemorar:  nosso “pequeno grande milagre” está a caminho!

 

 



Categoria: Pessoal
Escrito por Luciana Lima Dittz às 16h22
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De repente 30!


A universalidade é mesmo algo fantástico, principalmente, nos textos. Esse foi escrito por um grande autor, Affonso Romano de Sant´ana, em 1985, quando eu tinha apenas 5 anos. E hoje, se faz tão presente para mim, com os meus 30 anos. 

Fazer 30 anos

"QUATRO pessoas, num mesmo dia, me dizem que vão fazer 30 anos. E me anunciam isto com uma certa gravidade. Nenhuma está dizendo: vou tomar um sorvete na esquina, ou: vou ali comprar um jornal. Na verdade estão proclamando: vou fazer 30 anos e, por favor, prestem atenção, quero cumplicidade, porque estou no limiar de alguma coisa grave.


Antes dos 30 as coisas são diferentes. Claro que há algumas datas significativas, mas fazer 7, 14, 18 ou 21 é ir numa escalada montanha acima, enquanto fazer 30 anos é chegar no primeiro grande patamar de onde se pode mais agudamente descortinar.

Fazer 40, 50 ou 60 é um outro ritual, uma outra crônica, e um dia eu chego lá. Mas fazer 30 anos é mais que um rito de passagem, é um rito de iniciação, um ato realmente inaugural. Talvez haja quem faça 30 anos aos 25, outros aos 45, e alguns, nunca. Sei que tem gente que não fará jamais 30 anos. Não há como obrigá-los. Não sabem o que perdem os que não querem celebrar os 30 anos. Fazer 30 anos é coisa fina, é começar a provar do néctar dos deuses e descobrir que sabor tem a eternidade. O paladar, o tato, o olfato, a visão e todos os sentidos estão começando a tirar prazeres indizíveis das coisas. Fazer 30 anos, bem poderia dizer Clarice Lispector, é cair em área sagrada.

Até os 30, me dizia um amigo, a gente vai emitindo promissórias. A partir daí é hora de começar a pagar. Mas também se poderia dizer: até essa idade fez-se o aprendizado básico. Cumpriu-se o longo ciclo escolar, que parecia interminável, já se foi do primário ao doutorado. A profissão já deve ter sido escolhida. Já se teve a primeira mesa de trabalho, escritório ou negócio. Já se casou a primeira vez, já se teve o primeiro filho. A vida já se inaugurou em fraldas, fotos, festas, viagens, todo tipo de viagens, até das drogas já retornou quem tinha que retornar.

Quando alguém faz 30 anos, não creiam que seja uma coisa fácil. Não é simplesmente, como num jogo de amarelinha, pular da casa dos 29 para a dos 30 saltitantemente. Fazer 30 anos é cair numa epifania. Fazer 30 anos é como ir à Europa pela primeira vez. Fazer 30 anos é como o mineiro vê pela primeira vez o mar.

Um dia eu fiz 30 anos. Estava ali no estrangeiro, estranho em toda a estranheza do ser, à beira-mar, na Califórnia. Era um homem e seus trinta anos. Mais que isto: um homem e seus trinta amos. Um homem e seus trinta corpos, como os anéis de um tronco, cheio de eus e nós, arborizado, arborizando, ao sol e a sós.

Na verdade, fazer 30 anos não é para qualquer um. Fazer 30 anos é, de repente, descobrir-se no tempo. Antes, vive-se no espaço. Viver no espaço é mais fácil e deslizante. É mais corporal e objetivo. Pode-se patinar e esquiar amplamente.

Mas fazer 30 anos é como sair do espaço e penetrar no tempo. E penetrar no tempo é mister de grande responsabilidade. É descobrir outra dimensão além dos dedos da mão. É como se algo mais denso se tivesse criado sob a couraça da casca. Algo, no entanto, mais tênue que uma membrana. Algo como um centro, às vezes móvel, é verdade, mas um centro de dor colorido. Algo mais que uma nebulosa, algo assim pulsante que se entreabrisse em sementes.

Aos 30 já se aprendeu os limites da ilha, já se sabe de onde sopram os tufões e, como o náufrago que se salva, é hora de se autocartografar. Já se sabe que um tempo em nós destila, que no tempo nos deslocamos, que no tempo a gente se dilui e se dilema. Fazer 30 anos é como uma pedra que já não precisa exibir preciosidade, porque já não cabe em preços. É como a ave que canta, não para se denunciar, senão para amanhecer.

Fazer 30 anos é passar da reta à curva. Fazer 30 anos é passar da quantidade à qualidade. Fazer 30 anos é passar do espaço ao tempo. É quando se operam maravilhas como a um cego em Jericó.

Fazer 30 anos é mais do que chegar ao primeiro grande patamar. É mais que poder olhar pra trás. Chegar aos 30 é hora de se abismar. Por isto é necessário ter asas, e sobre o abismo voar."

                                                                                   (13.10.85)

Fazer 30 anos é experimentar um novo começo. Uma fase de grandes decisões. Concordo com Balzac:  a mulher mais madura pode viver o amor com maior plenitude. O problema é que não me sinto com 30 anos. Será essa a tão temida crise dos 30?



Categoria: Pessoal
Escrito por Luciana Lima Dittz às 11h20
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Adeus!


Depois de algum tempo, estou eu escrevendo essas linhas...tenho muito a lhe dizer, mas prefiro escrever porque sei de nossas ausências.

 

Decepção.Tristeza. Não só pela distância, mas pela mudança. A afinidade acabou.

O último encontro foi tão estranho. Aparentemente feliz, mas havia algo mais. Sempre a sombra do passado. Do trio que nunca mais vai existir.

Tudo bem, entendo. De uma das pontas, você escolheu uma.

Só me resta, sentir. Porque não vou te procurar mais.

 Mão dupla? Que nada. Acho que só eu penso nos velhos tempos. Mas como se diz, quem vive de passado é museu. E não quero mais, cansei.

Insistência minha bater nesta mesma tecla: AMIZADE. Sinto falta. Mas você não mais.

Perto ou longe, tanto faz. A convivência não existe mais.

Lamentar?  Até para isso, sou eu e ninguém mais. Por isso, cansei.

Como você mudou! Eu também. Crescemos, amadurecemos...

Agora, caminhos diferentes...

Só lembranças. Que pena.

Quero mais.

Então, me despeço.



Categoria: Pessoal
Escrito por Luciana Lima Dittz às 12h55
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Decepção

"Assim diz o SENHOR: Maldito o homem que confia no homem, e faz da carne o seu braço, e aparta o seu coração do SENHOR!" Jr 17:5


Estou profundamente decepcionada com os homens. Mas eu sei em QUEM tenho crido. Quando o homem falha e tudo mais falha, Deus não falha. Minha justiça está no Senhor! É só crer e esperar.


 

 

 



Escrito por Luciana Lima Dittz às 17h53
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TRISTE FIM PARA O JORNALISMO

 

Minha amada profissão morreu no dia 17/06/2009 quando oito Ministros do Supremo Tribunal Federal votaram pela não-obrigatoriedade do diploma para o exercício da função. 

 

Que justiça é essa do Brasil??

DEPLORÁVEL!

LAMENTÁVEL!

REVOLTANTE!

TRISTE, MUITO TRISTE!

Perdem o Brasil, a sociedade, a qualidade da informação e nós, jornalistas!



Escrito por Luciana Lima Dittz às 11h54
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       Estou feliz!!!!!!!                                                          

Louvado seja o nome do Senhor, Jesus!! Toda honra, glória e poder ao ÚNICO digno!!!!

Estou tão feliz!! Agradeço a Deus por tudo o que tem feito em minha vida e pelo o que ainda vai fazer!

Obrigada Jesus!!!!!

Pela vida!

Pela liberdade!

Pela salvação!

Pela proteção!

Pela fé!

Pela saúde!

Pela família!

Pelos amigos!

Pela prosperidade!

Pela fartura!

Pelas conquistas!

Pela realização de sonhos!

Pela superação de obstáculos!

Pela natureza!

Pelos animais!

Pelo céu!

Pelas estrelas!

Pela lua!

Pelo Sol!

Pelos mares!

Pelas montanhas!

Pelo ar!

Pela água!

Pelas virtudes!

Pela felicidade!

 

Obrigada POR TUDO!!!



Escrito por Luciana Lima Dittz às 14h49
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Páscoa: dia de alegria

 

Domingo de Páscoa está chegando e nesta época as pessoas não resistem aos apelos comerciais. Ovos, coelhinhos de chocolate, cestas e outras coisas mais...

Nenhum mal em se comprar chocolate. O problema é quando a compra se transforma no único significado da Páscoa. Há pessoas que fazem um grande almoço em família no domingo de Páscoa e acham que estão se saindo bem já que o consumismo não é o essencial.

Realmente, a celebração de Páscoa fica ainda mais especial em família. Mas não terá seu real valor se essa reunião familiar esquecer o motivo principal da comemoração: a morte e ressurreição de Jesus.

Este é um dos dias mais importantes para o cristão. Dia em que nos lembramos do sacrifício de Jesus por nós. Ele se destituiu da Sua glória, junto ao Pai, se fez homem, habitou entre os pecadores, pregou o evangelho e pagou um alto preço, morrendo por nós.

Jesus, pelo Seu sangue vertido na cruz do calvário, nos lavou do pecado, tirou todas as nossas transgressões. Sofreu, morreu, mas ao terceiro dia ressuscitou. Que alegria!!!!

Jesus vive. Muitos insistem em associar Sua imagem à morte. Mas Ele venceu a morte e o pecado.

 

A Páscoa é um dia de alegria!!!!!

 

Deus nos ama de tal maneira, que enviou seu Único Filho, Jesus, para morrer por nós.

 

E todo aquele que Nele crê será salvo e terá a vida eterna.

 

Já imaginou? Ter vida eterna!!!! E melhor: conhecer o Pai, olhar sua face?! Não há nada que se compare a essa maravilhosa experiência.

 

De quê adianta ter tudo nesta vida. Desfrutar de bens materiais e todos os prazeres que esse mundo pode oferecer, mas não ser salvo? A salvação não tem preço. Sabe por que? Porque Jesus deu sua vida por mim e por você. O preço já foi pago. Por isso, não são as boas obras que vão te salvar. Isso é consequêcia de uma vida reta.

Antes, é preciso arrependimento dos pecados e uma transformação completa de vida, que será alcançada a partir do momento em que aceitar Jesus como Único Salvador e Senhor.

 

Deixe Jesus governar sua vida.

 

Abra seu coração para Ele!!!

 

 

Jesus quer te dar uma VIDA NOVA!



Escrito por Luciana Lima Dittz às 17h48
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crédito: LÉZIO JÚNIOR

'Ele é o cara'

A notícia do momento é boa impressão de Lula causada em Obama. Na reunião do G20 na Inglaterra para discutir meios de acabar com a crise mundial, o presidente dos EUA se referiu à Lula como "o cara". Será? Só se for de pau. Nos tempos  em que "defendia" o trabalhador, atacava aos extremos o FMI. Agora acha "chique" o Brasil poder emprestar dinheiro ao FMI.  Tenha dó!!!

Com aplausos de banqueiros e pelegos milionários, Lula passa de pedra à vidraça. Quando era oposição, criticava projetos sociais e dizia serem populistas. Mas o que ele faz agora na situação? Coisa pior. Nem criatividade teve. Copiou a idéia dos programas do governo FHC e tenta ganhar o povo com bolsa-família e outras políticas assistencialistas. Sem contar os discursos mentirosos. Haja demagogia!!

E Obama ainda diz: "este é o homem mais popular do planeta". Popularidade não quer dizer muita coisa. Bush também foi o homem mais popular do mundo e o que ele fez? NADA. Lula só tem a vantagem da esperteza. De olho nas eleições, busca apoio e patrocínio. E o elogio de Obama vem em boa hora, principalmente, quando Lula tenta mascarar os efeitos da crise no Brasil e cobra "produtividade". Só se for a produtividade do governo para continuar no poder...Para isso, Lula, Dilma e companhia não medem esforços!

Definitivamente, ele não é o cara. Nosso país merece mais integridade; um homem de respeito, que tenha convicção em seus ideais e tente mudar a Nação para melhor. Não aquele que se deixou corromper pelo dinheiro,  abandonou facilmente os "princípios em defesa do trabalhador", esqueceu das promessas de campanha, fez reformas para agradar a empresários e banqueiros, preferiu manter-se alheio aos acontecimentos do país enquanto deputados faziam a festa com o mensalão, entre outras coisas.

 Vimos o suficiente do governo desse 'cara'. É hora de procurarmos um mais honesto e competente.

 



Escrito por Luciana Lima Dittz às 18h50
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Por que 1º de abril é o dia da mentira?

 Conta a história que tudo começou no século XVI quando Carlos IX, rei de França, determinou que o ano começasse no dia primeiro de janeiro, seguindo o calendário gregoriano. Antes, porém, o Ano Novo era comemorado no dia 1º de abril. Como naquela época não existiam os meios de comunicação, a confusão foi geral nos países da Europa e nem todos seguiam o novo calendário. Com a mudança do início do ano para janeiro, a data anterior ficou conhecida como Dia da Mentira, o que resultou em brincadeiras relacionadas ao dia 1º de abril.

 

Independente das origens, não vejo qualquer mérito ou graça em se comemorar a mentira. Como diria Drummond, “fácil é mentir aos quatro ventos o que tentamos camuflar...Difícil é mentir para o nosso coração”.

 Vejo a mentira como o princípio do erro e da infelicidade. Não faz sentido mentirmos, seja para nós mesmos ou para os outros. A mentira é uma grande ilusão. Quando afirmamos algo como verdadeiro, mesmo sabendo ser falso, estamos nos enganando e damos passos rumo ao fracasso. 

Se acha que os que mentem estão em melhor condição econômica ou têm o melhor status social, se enganou. Quem disse que bens materiais são sinônimos de felicidade?

 Filósofos e pensadores acreditam que a mentira é base das relações sociais e que todo ser humano é por natureza, um mentiroso, seja para se proteger ou para enganar os outros. Mas o fato é que para haver mentira, é preciso distorcer a verdade.

 Embora exista a mentira, ela não é o pilar da sociedade. Fomos criados para sermos verdadeiros. Infelizmente, o homem é fraco e se deixa corromper facilmente. Mas os que se deleitam em mentiras serão punidos, mais cedo ou mais tarde. Quem confia nos mentirosos, também são tolos.

 A verdade incomoda, entristece, às vezes, dói. A verdade também liberta, tranquiliza, nos dá paz. Uma consciência limpa não tem preço. Nunca perderemos se pelo caminho do bem e da verdade seguirmos.

 Claramente, a verdade é o caminho para a felicidade.



Escrito por Luciana Lima Dittz às 10h41
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Organização pessoal

Minha terapia é fazer faxina. Quando limpo os cômodos, aproveito para tirar o pó da mente. Sempre com uma boa música de fundo, como dizem, “viajo”. Navego em minhas memórias.

 Organizo um pensamento aqui, outro ali. Separo os bons, jogo fora os ruins.  

Ajeito um plano de curto prazo, deixo à mão. E guardo outros mais demorados na parte alta.

Na prateleira do meio, ficam os de médio prazo. Esses precisam estar à vista, pois em breve, vou realizá-los.

Penso como seria bom mudar de lugar, uma lembrança boa. Deixaria, por exemplo, a presença constante dos meus pais e amigos queridos bem na sala. Assim, não sentiria saudades.

Não gosto muito, mas tiro sentimentos ruins  escondidos debaixo do tapete e limpo o coração. Depois, tudo fica melhor.

Com a 'casa' arrumada, é hora de descansar.

 



Escrito por Luciana Lima Dittz às 16h55
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O lado macho repugnante

É tão estranho. Por que será que os homens se cumprimentam aos berros ou falam palavrões? Seria uma forma de demonstrar afeto ao amigo e ao mesmo tempo de reafirmar seu lado "macho"?

Não sei. Mas acho que nessa tentativa de espalhar aos quatro ventos "sou homem e gosto é de mulher", ou seja, de manter intacta a opção sexual, a essência é esquecida. É tão bom ouvir de um amigo uma palavra carinhosa. E não existe gênero para isso. É possível tanto homens quanto mulheres cumprimentarem seus amigos de maneira respeitosa. Essa história de falar "Ah, isso é coisa de adolescente", ou "é natural" não cola.  

Cumprimentos são apenas a ponta do iceberg. Na relação em geral, entre homens, é comum ver amigos humilhando os outros, fazendo piadinhas sem graça, dando as chamadas "tiradas" e outras bobeiras do gênero. É tão irritante! E não são apenas adolescentes que fazem isso. Essa falta de educação generalizada está na roda de amigos de muitos marmanjos e "senhores de respeito".

Dizem que esse é o preço da intimidade. Os amigos se conhecem há anos e são tão próximos, que não veem mal nenhum em disparar um palavrão aqui e outro ali quando se cumprimentam ou "tirar o outro" em meio a uma conversa 'animada'. Mas isso é balela. Namorados são íntimos, marido e mulher; pais e filhos também, e nem por isso se tratam aos palavrões ou com humilhações. Ou seria carinhoso chamar o pai , marido ou a namorada de um nome de baixao calão? É claro que não. 

Então, amigos, mais respeito



Escrito por Luciana Lima Dittz às 15h44
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Efeito dominó

 

O temido aconteceu. A crise econômica que tomou conta dos Estados Unidos e contaminou outros países anda fazendo estragos por aqui. A economia brasileira está encolhendo: demissões em multinacionais, redução da jornada de trabalho em montadoras de automóveis, queda no índice de produção industrial, baixa confiança dos investidores, escassez de crédito para empresas exportadoras, queda na demanda de matérias-primas no exterior (commodities), aumento do desemprego, queda na arrecadação.... É extensa a lista de preocupações para o governo Lula, principalmente, porque as eleições estão a caminho e desde que afetou o Brasil, a crise só fez despencar a taxa de aprovação do “ilustre companheiro”.

 

O discurso do presidente, de que está tudo sob controle, não está convencendo. Pois é, subestimar a crise não foi uma boa saída. Tanto que Lula anda até “rezando” para que Barack Obama tenha inteligência e solucione rapidamente a crise financeira. [Falando nisso, será que o plano de Obama em oferecer até US$ 1 trilhão para que bancos, instituições financeiras e investidores comprem títulos hipotecários podres vai funcionar?]

O pior é saber que o processo recessivo no cenário econômico mundial puxado pela crise de crédito nos EUA está mexendo diretamente com o nosso bolso. Basta ir ao supermercado e ver os preços dos alimentos. Em São Paulo, por exemplo, o índice de inflação subiu tanto que pesou no cálculo do IPC-S geral (Índice de Preços ao Consumidor). Tudo isso significa prejuízo. E não falo de megaempresários, investidores ou figurões, mas para nós, simples mortais.

Diante desse tsunami econômico, o que esperar? O imprevisível. Não importa saber as causas da crise atual, discutidas à exaustão. Mas procurar a solução. Esta é a questão. Por isso, só o tempo dirá se as lideranças mundiais estão tomando decisões certas.

Tomara que Lula e companhia não façam besteira...



Escrito por Luciana Lima Dittz às 23h04
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Amigo. Que amigo?

 

Onde está?

Não consigo te ver, te encontrar.

Os anos se passaram, a distância é grande.

O reencontro acontece, mas não é especial.

As palavras fogem, não temos assunto.

Pensamentos, valores, objetivos diferentes.

Onde está aquele grande amigo?

Não consigo encontrar.

Viu só, o que faz a distância?

Procurei.

Esperei.

Cansei.

 

"Algumas amizades não duram nada, mas um verdadeiro amigo é mais chegado que um irmão." (PV 18:24)

 Tenho pensado muito sobre o valor da amizade. Ouvi de uma pessoa, um homem de Deus,  como saber se os amigos que temos são verdadeiros ou se trata de mais um relacionamento interpessoal.

Essa pessoa disse que você identifica um verdadeiro amigo a partir de três características básicas:

1- Afinidades- aquele que compartilha propósitos, interesses, idéias com você

2- Solidariedade- aquele que compartilha necessidades com você; te apóia nos momentos de dificuldade, te encoraja

3- Companheirismo- aquele que compartilha vitórias com você; comemora suas alegrias e as dele; a sua felicidade é a dele também.

 

Por essas três características, não é difícil entender o porquê de tantas pessoas dizerem que o número de amigos se conta nos dedos e que não se consegue preencher uma mão. Mas por que isso acontece?

Posso ser simplista, mas acredito que a dedicação é essencial para se conquistar amigos verdadeiros. Dedicação requer tempo, atenção, momentos de boas conversas.

Conhecer o outro leva tempo. Não é de um dia para o outro que se encontram verdadeiros amigos. Eles precisam ser cultivados. Mas não falo de uma mão única. É preciso que ambos estejam interessados. Senão, a amizade se torna platônica.

Estou cansada de caminhar em mão única. O respeito, a admiração, a confiança, o companheirismo nascem da convivência. Se não há convivência, nem interesse de manter a proximidade por que insistir?

"Fácil é ser colega, fazer companhia a alguém, dizer o que ele deseja ouvir. Difícil é ser amigo para todas as horas e dizer sempre a verdade quando for preciso. E com confiança no que diz." (Carlos Drummond de Andrade)

 



Escrito por Luciana Lima Dittz às 11h08
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Planos!

 

Ainda é tempo de fazer planos. Descobrir, crescer.

Quero uma vida feliz, amar e ser amada.

Buscar a essência das pequenas coisas, de gestos singelos.

Quero viver plenamente, sem disperdiçar o que tenho de melhor: o amor.

Amar é tão singular. Não consigo buscar temas plurais para descrever o amor. Quero apenas senti-lo.

Ah, o amor. Pelos pais, pela família, pelo marido, pelo próximo...

São tantas formas de amar.

Ainda é tempo de amar. Basta querer.

O mundo anda tão amargo. As pessoas tão frias. As relações tão superficiais. Tudo tão calculado.

Não há espaço para o amor. Não há tempo. Não há disposição.

 O objetivo é ganhar, conquistar...e se der, vou pensar. Se valer a pena, quem sabe, vou amar.

É, o amor está em segundo plano. Jogado às traças.

Mas ainda é tempo de fazer planos. Descobrir, crescer.

Planos de ser mais feliz, de descobrir o amor diário nas pessoas, nos pequenos gestos, na convivência. E crescer como pessoa.

Esses são os meus planos. E o seus? Quais são?

 

 

 

 

 

 



Escrito por Luciana Lima Dittz às 13h50
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De volta!

Olá a todos! 

Depois de alguns meses sem postar em função de muito trabalho, graças a Deus, estou de volta. 

É bom poder ler, pensar um pouco e colocar aqui no blog algumas idéias.

Sejam bem-vindos novamente!

Abraços,

Luciana.

 



Escrito por Luciana Lima Dittz às 13h25
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