Amigo. Que amigo? Onde está? Não consigo te ver, te encontrar. Os anos se passaram, a distância é grande. O reencontro acontece, mas não é especial. As palavras fogem, não temos assunto. Pensamentos, valores, objetivos diferentes. Onde está aquele grande amigo? Não consigo encontrar. Viu só, o que faz a distância? Procurei. Esperei. Cansei. "Algumas amizades não duram nada, mas um verdadeiro amigo é mais chegado que um irmão." (PV 18:24) Tenho pensado muito sobre o valor da amizade. Ouvi de uma pessoa, um homem de Deus, como saber se os amigos que temos são verdadeiros ou se trata de mais um relacionamento interpessoal. Essa pessoa disse que você identifica um verdadeiro amigo a partir de três características básicas: 1- Afinidades- aquele que compartilha propósitos, interesses, idéias com você 2- Solidariedade- aquele que compartilha necessidades com você; te apóia nos momentos de dificuldade, te encoraja 3- Companheirismo- aquele que compartilha vitórias com você; comemora suas alegrias e as dele; a sua felicidade é a dele também. Por essas três características, não é difícil entender o porquê de tantas pessoas dizerem que o número de amigos se conta nos dedos e que não se consegue preencher uma mão. Mas por que isso acontece? Posso ser simplista, mas acredito que a dedicação é essencial para se conquistar amigos verdadeiros. Dedicação requer tempo, atenção, momentos de boas conversas. Conhecer o outro leva tempo. Não é de um dia para o outro que se encontram verdadeiros amigos. Eles precisam ser cultivados. Mas não falo de uma mão única. É preciso que ambos estejam interessados. Senão, a amizade se torna platônica. Estou cansada de caminhar em mão única. O respeito, a admiração, a confiança, o companheirismo nascem da convivência. Se não há convivência, nem interesse de manter a proximidade por que insistir? "Fácil é ser colega, fazer companhia a alguém, dizer o que ele deseja ouvir. Difícil é ser amigo para todas as horas e dizer sempre a verdade quando for preciso. E com confiança no que diz." (Carlos Drummond de Andrade)
Escrito por Luciana Lima Dittz às 11h08
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Planos! Ainda é tempo de fazer planos. Descobrir, crescer. Quero uma vida feliz, amar e ser amada. Buscar a essência das pequenas coisas, de gestos singelos. Quero viver plenamente, sem disperdiçar o que tenho de melhor: o amor. Amar é tão singular. Não consigo buscar temas plurais para descrever o amor. Quero apenas senti-lo. Ah, o amor. Pelos pais, pela família, pelo marido, pelo próximo... São tantas formas de amar. Ainda é tempo de amar. Basta querer. O mundo anda tão amargo. As pessoas tão frias. As relações tão superficiais. Tudo tão calculado. Não há espaço para o amor. Não há tempo. Não há disposição. O objetivo é ganhar, conquistar...e se der, vou pensar. Se valer a pena, quem sabe, vou amar. É, o amor está em segundo plano. Jogado às traças. Mas ainda é tempo de fazer planos. Descobrir, crescer. Planos de ser mais feliz, de descobrir o amor diário nas pessoas, nos pequenos gestos, na convivência. E crescer como pessoa. Esses são os meus planos. E o seus? Quais são?
Escrito por Luciana Lima Dittz às 13h50
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De volta!
Olá a todos! Depois de alguns meses sem postar em função de muito trabalho, graças a Deus, estou de volta. É bom poder ler, pensar um pouco e colocar aqui no blog algumas idéias. Sejam bem-vindos novamente! Abraços, Luciana.
Escrito por Luciana Lima Dittz às 13h25
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