Domingo de Páscoa está chegando e nesta época as pessoas não resistem aos apelos comerciais. Ovos, coelhinhos de chocolate, cestas e outras coisas mais...
Nenhum mal em se comprar chocolate. O problema é quando a compra se transforma no único significado da Páscoa. Há pessoas que fazem um grande almoço em família no domingo de Páscoa e acham que estão se saindo bem já que o consumismo não é o essencial.
Realmente, a celebração de Páscoa fica ainda mais especial em família. Mas não terá seu real valor se essa reunião familiar esquecer o motivo principal da comemoração: a morte e ressurreição de Jesus.
Este é um dos dias mais importantes para o cristão. Dia em que nos lembramos do sacrifício de Jesus por nós. Ele se destituiu da Sua glória, junto ao Pai, se fez homem, habitou entre os pecadores, pregou o evangelho e pagou um alto preço, morrendo por nós.
Jesus, pelo Seu sangue vertido na cruz do calvário, nos lavou do pecado, tirou todas as nossas transgressões. Sofreu, morreu, mas ao terceiro dia ressuscitou. Que alegria!!!!
Jesus vive. Muitos insistem em associar Sua imagem à morte. Mas Ele venceu a morte e o pecado.
A Páscoa é um dia de alegria!!!!!
Deus nos ama de tal maneira, que enviou seu Único Filho, Jesus, para morrer por nós.
E todo aquele que Nele crê será salvo e terá a vida eterna.
Já imaginou? Ter vida eterna!!!! E melhor: conhecer o Pai, olhar sua face?! Não há nada que se compare a essa maravilhosa experiência.
De quê adianta ter tudo nesta vida. Desfrutar de bens materiais e todos os prazeres que esse mundo pode oferecer, mas não ser salvo? A salvação não tem preço. Sabe por que? Porque Jesus deu sua vida por mim e por você. O preço já foi pago. Por isso, não são as boas obras que vão te salvar. Isso é consequêcia de uma vida reta.
Antes, é preciso arrependimento dos pecados e uma transformação completa de vida, que será alcançada a partir do momento em que aceitar Jesus como Único Salvador e Senhor.
A notícia do momento é boa impressão de Lula causada em Obama. Na reunião do G20 na Inglaterra para discutir meios de acabar com a crise mundial, o presidente dos EUA se referiu à Lula como "o cara". Será? Só se for de pau. Nos tempos em que "defendia" o trabalhador, atacava aos extremos o FMI. Agora acha "chique" o Brasil poder emprestar dinheiro ao FMI. Tenha dó!!!
Com aplausos de banqueiros e pelegos milionários, Lula passa de pedra à vidraça. Quando era oposição, criticava projetos sociais e dizia serem populistas. Mas o que ele faz agora na situação? Coisa pior. Nem criatividade teve. Copiou a idéia dos programas do governo FHC e tenta ganhar o povo com bolsa-família e outras políticas assistencialistas. Sem contar os discursos mentirosos. Haja demagogia!!
E Obama ainda diz: "este é o homem mais popular do planeta". Popularidade não quer dizer muita coisa. Bush também foi o homem mais popular do mundo e o que ele fez? NADA. Lula só tem a vantagem da esperteza. De olho nas eleições, busca apoio e patrocínio. E o elogio de Obama vem em boa hora, principalmente, quando Lula tenta mascarar os efeitos da crise no Brasil e cobra "produtividade". Só se for a produtividade do governo para continuar no poder...Para isso, Lula, Dilma e companhia não medem esforços!
Definitivamente, ele não é o cara. Nosso país merece mais integridade; um homem de respeito, que tenha convicção em seus ideais e tente mudar a Nação para melhor. Não aquele que se deixou corromper pelo dinheiro, abandonou facilmente os "princípios em defesa do trabalhador", esqueceu das promessas de campanha, fez reformas para agradar a empresários e banqueiros, preferiu manter-se alheio aos acontecimentos do país enquanto deputados faziam a festa com o mensalão, entre outras coisas.
Vimos o suficiente do governo desse 'cara'. É hora de procurarmos um mais honesto e competente.
Conta a história que tudo começou no século XVI quando Carlos IX, rei de França, determinou que o ano começasse no dia primeiro de janeiro, seguindo o calendário gregoriano. Antes, porém, o Ano Novo era comemorado no dia 1º de abril. Como naquela época não existiam os meios de comunicação, a confusão foi geral nos países da Europa e nem todos seguiam o novo calendário. Com a mudança do início do ano para janeiro, a data anterior ficou conhecida como Dia da Mentira, o que resultou em brincadeiras relacionadas ao dia 1º de abril.
Independente das origens, não vejo qualquer mérito ou graça em se comemorar a mentira. Como diria Drummond, “fácil é mentir aos quatro ventos o que tentamos camuflar...Difícil é mentir para o nosso coração”.
Vejo a mentira como o princípio do erro e da infelicidade. Não faz sentido mentirmos, seja para nós mesmos ou para os outros. A mentira é uma grande ilusão. Quando afirmamos algo como verdadeiro, mesmo sabendo ser falso, estamos nos enganando e damos passos rumo ao fracasso.
Se acha que os que mentem estão em melhor condição econômica ou têm o melhor status social, se enganou. Quem disse que bens materiais são sinônimos de felicidade?
Filósofos e pensadores acreditam que a mentira é base das relações sociais e que todo ser humano é por natureza, um mentiroso, seja para se proteger ou para enganar os outros. Mas o fato é que para haver mentira, é preciso distorcer a verdade.
Embora exista a mentira, ela não é o pilar da sociedade. Fomos criados para sermos verdadeiros. Infelizmente, o homem é fraco e se deixa corromper facilmente. Mas os que se deleitam em mentiras serão punidos, mais cedo ou mais tarde. Quem confia nos mentirosos, também são tolos.
A verdade incomoda, entristece, às vezes, dói. A verdade também liberta, tranquiliza, nos dá paz. Uma consciência limpa não tem preço. Nunca perderemos se pelo caminho do bem e da verdade seguirmos.
Claramente, a verdade é o caminho para a felicidade.